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quinta-feira, 15 de março de 2012

segunda-feira, 2 de janeiro de 2012

O Olho da Divina Providência ou O "Olho que Tudo Vê"

Bloco filatélico francês de 1989 alusivo às comemorações do Bicentenário da Declaração Universal dos Direitos do Homem e Bicentenário da Revolução Francesa - destaque para o Olho da Divina Providência
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O “Olho da Divina Providência” ou “Olho que Tudo Vê” é um símbolo exibindo um olho cercado por raios de luz ou em glória, muitas vezes dentro ou em cima de um triângulo ou de uma pirâmide. Costuma ser interpretado como a representação do olho de Deus observando a humanidade. É bastante usado na simbologia da Maçonaria.

Na sua forma atual, o símbolo apareceu durante os séculos XVII e XVIII, porém, muitos artigos e pessoas confundem o “Olho que Tudo Vê” com as representações da Mitologia Egípcia, do Olho de Hórus. Em descrições do século XVII como o “Olho da Divina Providência” algumas vezes aparece rodeado de nuvens. A adição posterior de um triângulo normalmente é vista como uma referência mais explícita da Trindade de Deus, no Cristianismo.

O “Olho que Tudo Vê”, como parte da iconografia da Maçonaria, é então um lembrete para os Maçons de que sempre são observados pelo Grande Arquiteto do Universo e que Ele lhes providencia saúde e prosperidade. Tipicamente o Olho Maçônico da Providência tem um semi-círculo de luz sob o olho — frequentemente com os raios incidindo para baixo.

Às vezes, um triângulo é incluído ao Olho, mas isto é visto como uma referência à preferência do Maçom para o número três em numerologia.
Outras variações do símbolo também podem ser achadas, com o olho sendo substituído pelas letras “G”, representando o Grande Arquiteto do Universo.

A primeira referência Maçônica oficial ao Olho está em “O Monitoramento Maçônico” por Thomas Smith Webb em 1797, alguns anos depois que o Grande Selo dos Estados Unidos da América foi projetado. O uso Maçônico do Olho em geral não incorpora uma pirâmide, embora o triângulo seja incluído frequentemente e interpretado como sendo parte.

Fonte principal: Portal da Maçonaria na Wikipédia

domingo, 27 de novembro de 2011

E o G.'.A.'.D.'.U.'. criou o mundo...

"Gott misst die Welt mit dem Zirkel" -
"Deus medindo o mundo com o Compasso"
Pintura de 1250 d.C.

Emissão "Mozart e a Maçonaria" - Áustria 2006

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“Strive to live with love and care, on the Level and by the Square”

“Esforce-se para viver com amor e cuidado, no Nível e no Esquadro.”

A Maçonaria na Índia

Primeira emissão maçônica da Índia - 2011
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Por V. Rajendran OSM, P.Dy.GM - Índia
Compilação: Virgílio Napoleão Sabino

A honra de receber a Maçonaria na Índia foi de Calcutá. Em 1730, oficiais da Companhia das Índias Orientais realizavam suas reuniões em Fort William, em Calcutá. O número atribuído àquela Loja foi o de nº 72. Subsequentemente as “mais importantes” foram as Lojas de Madras nºA). 222, fundada 1752; a de Bombaim nº 234, fundada em 1758 e a de Punjab nº 489, fundada em 1786.

Na medida em que numerosas Lojas haviam sido constituídas na Índia no Rito Moderno outras haviam entrado em auspícios do Rito Escocês Antigo e Aceito, muito naturalmente diferenças ritualísticas estabeleceram-se nas respectivas Lojas indianas.

Esta situação foi um tanto complicada pelo fato de que havia também na Índia diversas Lojas de origem irlandesa e escocesa. No entanto, foi na Índia, onde grupos “rivais” se uniram em harmonia muito antes da formação da Grande Loja Unida da Inglaterra.

FDC "First Day Cover" - Envelope do Primeiro Dia de Circulação - 25.11.2011
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Em 1785, a Loja Atholl em Madras aceitou os ditames da Grande Loja da Inglaterra quando então a Loja Atholl foi registrada por unanimidade sob o n º de 150. Madras tinha “roubado”, assim, uma marcha de mais de 27 anos da Grande Loja Unida da Inglaterra, que foi formada em 1813.

O primeiro indiano Maçom de que se tem notícia foi Omdat-ul-Omrah, o Nawab de Carnatic. O segundo indiano M. Mason foi Bandeh Ali Khan, iniciado na Loja Marine em Calcutá, em 1812. O primeiro indiano Hindu a se iniciado na Maçonaria foi o Irmão Ranganath Sastry na Loja Perfeita Unanimidade, nº 233 em Madras, em 1857.

Algumas províncias da Índia, onde havia forte segregação, tinham restrições quanto à Iniciação de Hindus na Maçonaria. 145 Lojas com um total de 7466 membros optaram por se tornar parte fundadora daGrande Loja da Índia em 1961.

domingo, 9 de outubro de 2011

MAÇONARIA E ASTROLOGIA

Emissão de San Marino - 1970
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Os Caldeus introduziram a astrologia como hoje é conhecida. Eram um povo semita, de origem árabe, que ocupou o território correspondente à Mesopotâmia meridional, na primeira fase do primeiro milênio a.C. Eles surgiram nesse local mais ou menos ao mesmo tempo que os arameus e os shutu.

Historicamente os caldeus foram os últimos governantes da Babilônia e seus descendentes ainda hoje vivem no mesmo local por onde passaram tantos povos que deixaram uma herança inigualável. Os caldeus de Beth Nahreen que hoje é Iraque, leste da Síria e sudeste da Turquia, são descendentes dos povos nativos da Mesopotâmia, dos sumérios, acadianos, assírios, caldeus e outros. Eles usam o aramaico clássico na liturgia e falam aramaico caldeu. O aramaico é a língua mãe da qual derivaram o árabe e o hebreu.

As estrelas foram agrupadas pelos Caldeus em constelações, para servirem como marcadores do movimento dos planetas. O Zodíaco, ou o Caminho de Anu, era a rota seguida no céu pelo Sol, Lua e planetas, sempre pela mesma massa de estrelas, as Constelações Zodiacais.  A divisão do Zodíaco em doze partes talvez tenha vindo da divisão em doze partes de duas horas cada uma do dia dos Caldeus.

A maçonaria, com seus templos onde sempre são representados os signos do zodíaco e a abóbada celeste, sempre serviram de veículo para a difusão de ensinamentos da Astrologia e, com certeza, foram em lojas que a Astrologia deve ter primeiro florescido em nosso país, em especial no Rio de Janeiro.

Uma das primeiras lições que aquele que receberá a Luz recebe é justamente da simbologia e da importância da depuração pessoal ou “limpeza” pelos quatro elementos: terra, água, ar e fogo. Estes são os elementos básicos que formam toda a Criação no estudo da Astrologia. Compreendendo as características destes elementos pode-se compreender tudo, pois tudo o que existe foi criado com esta matéria prima básica.

A maioria dos maçons restringem os estudos dos elementos às lições e indicações do Ritual e assim deixam de compreender a amplitude deste conhecimento.

Só para ilustrar, nas antigas tradições iniciáticas, aquele que dominava os elementos tornava-se igual e semelhante ao G.'.A.'.D.'.U.'. pois dominaria totalmente tudo o que foi criado. O iniciado deveria dominar o elemento em seu universo particular.

Deveria dominar a terra e o medo do desmoronamento, a melancolia, a avareza, a falta de horizontes em circunstâncias que elevariam ao máximo estas tendências como, por exemplo, dentro de um buraco ou caverna estreita, úmida e profunda.

A água deveria ser dominada, por exemplo, dentro de um rio caudaloso e com correnteza violenta, vencendo-se a incerteza, a insegurança, a sensação de abandono e da falta de apoio.

O elemento ar deveria ser dominado nas alturas de um precipício ou montanha (hoje uma montanha russa serviria), vencendo-se a vertigem, o desequilíbrio, a dificuldade de respiração em função da apreensão.

Finalmente o fogo deveria ser dominado dentro de um salão incendiado, ou com o iniciado circundado por três enormes fogueiras. Ele deveria controlar suas reações quanto ao calor, à luz excessiva e à sensação de proximidade com um poder terrível que pode destruir.

Referência: CASTELLANI, José. Maçonaria e Astrologia. São Paulo: Landmark, 2002. 2ª Edição.

segunda-feira, 3 de outubro de 2011

Shriners International

Canadá 2001
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O Shriners International é uma fraternidade baseada na diversão, no companheirismo e nos princípios maçônicos de amor fraterno, auxílio e verdade.
Existem cerca de 375.000 membros de 191 templos (capítulos) nos EUA, Canadá, México e na República do Panamá.

O Shriners Internacional apóia os Shriners Hospitals for Children (Hospitais Shriners para Crianças), sistema internacional com 22 hospitais dedicados aos cuidados de saúde das crianças, proporcionando atendimento pediátrico, investigação inovadora e excelentes programas de ensino.

Desde 1922, os Hospitais Shriners para Crianças tem melhorado significativamente a vida de mais de 865.000 crianças.

Fonte: http://www.brasilshriners.com.br/